Leis de zoneamento destroem comunidades


Leis de zoneamento destroem comunidades

Em 02 de Outubro de 2013, por Try Caplin

As leis de zoneamento são uma violação de direitos de propriedade. Elas destroem o senso de comunidade da vizinhança, aumentam o crime, aumentam os congestionamentos, contribuem para a poluição do ar urbano e suburbano, contribuem para o empobrecimento, contribuem para a confiança no governo e contribuem com a ruína de nossas escolas. Muitos de nossos problemas urbanos e suburbanos surgiram com o zoneamento e com leis antipropriedade, para as quais programas de bem-estar e projetos de moradia pública têm contribuído. Cada uma dessas políticas surgiu da idéia de que a sociedade poderia e deveria ser desenhada de cima para baixo para aumentar a eficiência, o senso de comunidade e a prosperidade. O que de fato aconteceu foi justamente o contrário. Leia mais deste post

Anúncios

Eugenismo: A Engenharia Social Final do Progressismo


(N. do T.: progressistas costumam seguir as tendências do momento em busca da construção forçada de uma sociedade melhor segundo seus ditames. No início do século XX, o meio para alcançar seu objetivo era o eugenismo, até os resultados surgirem e mostrarem quão horrendas eram essas idéias. O problema, no entanto, é que as mesmas políticas eugenistas de outrora continuam sendo apoiadas por muitos intelectuais progressistas, mas com intenções e propaganda diferentes. Esse fato levanta a dúvida: seriam os progressistas atuais apenas ignorantes econômicos com boas intenções gerando resultados desastrados, ou eles conhecem os resultados de suas propostas, como os progressistas da primeira geração, mas mudaram seus métodos de propaganda visando às conseqüências intrínsecas de suas medidas?)

Eugenismo: A Engenharia Social Final do Progressismo

Em 18 de Junho de 2013, por Art Carden e Steven Horwitz

De acordo com a história recebida da Era Progressista, um governo iluminado surgiria e regularia os mercados para os bens, o trabalho e o capital e desse modo protegeria as massas desafortunadas das vicissitudes do capitalismo laissez-faire. Os progressistas tinham completa fé que especialistas se levantariam acima dos interesses individuais e egoístas e implementariam planos magníficos para criar uma grande sociedade. As regulamentações estatais de salvaguarda do ambiente de trabalho, as restrições ao trabalho infantil e o salário mínimo restaurariam a dignidade e a segurança dos trabalhadores explorados e castigados. Leia mais deste post

%d blogueiros gostam disto: