Acabaram os Dias de Bonança do Setor Público


Acabaram os Dias de Bonança do Setor Público

Em 16 de Setembro de 2013, por Patrick J. Buchanan

San Bernardino, na Califórnia, está seguindo o exemplo de Stockton e indo à falência. Harrisburg e Scranton, na Pensilvânia e o condado de Jefferson, no Alabama, voltando a Birmingham, já estão lá para dar-lhes boas-vindas.

Detroit foi à bancarrota por Michigan. Um plano sob discussão é reverter um quarto da cidade em pasto e área agrícola como eram cerca de cem anos atrás.

Na web, é possível encontrar um conto pictórico de duas cidades: Hiroshima, uma ruína flamejante e esfumaçada em 1945, hoje é uma metrópole bela e radiante. Detroit, forja e fornalha da democracia em 1945, hoje se assemelha a Dresden após os bombardeiros da Segunda Guerra.

Outras cidades americanas estão explorando a idéia de falência para escapar por debaixo das montanhas de dívidas que se acumulam ou escapar dos contratos que as gerações anteriores de políticos negociaram. Não mais vista como vergonhosa, a falência é hoje vista como uma opção para as cidades americanas. A crise do setor público chegou a River City.

O que aconteceu? Leia mais deste post

O Imposto Único: implicações morais e econômicas


O Imposto Único: implicações morais e econômicas

Em 11 de Junho de 2013, por Murray Rothbard – originalmente publicado em Economic Controversies.

imposto únicoSetenta anos atrás, Henry George apresentou seu programa de imposto único, chamado Progress and Poverty, um dos maiores best-sellers em livros de economia de todos os tempos. De acordo com E.R Pease, historiador socialista e por muito tempo secretário da Sociedade Fabiana, esse volume “além de todo questionamento, teve maior influência para o revigoramento do socialismo naquele período na Inglaterra que qualquer outro livro”.

Muitos economistas atuais ignoram a questão da terra (ou recursos naturais, inclusive o espaço) e Henry George não foi diferente. A terra é tratada simplesmente como capital, sem nenhuma consideração especial ou problema. Adicionalmente, existe uma questão da terra e ignorar este fato não o torna irrelevante. Os Georgistas levantaram, e continuam levantando, questões que precisam ser respondidas. Um exame ponto a ponto da teoria do imposto único ainda está em aberto.

De acordo com a teoria do imposto único, os indivíduos possuem um direito natural sobre eles próprios e sobre a propriedade que criaram. Além disso, eles possuem o direito de serem donos de seu próprio capital e bens de consumo que produzem. A terra, entretanto, é uma questão difrente, dizem eles. A terra é um bem de Deus, e sendo um bem de Deus, ela não pode ser com justiça pertencente aos indivíduos; toda a terra pertence à sociedade como um todo.

Os crentes no imposto único não negam que a terra é aprimorada pelo homem: florestas são limpas, o solo é fertilizado ou pavimentado, casas e fábricas são construídas. Mas eles separam o valor econômico desses melhoramentos de seu básico, ou do “valor do espaço” da terra original. Aquela poderia continuar sendo propriedade privada, mas a terra seria da “sociedade” – isto é, do representante da sociedade, o governo. Ao contrário de nacionalizar o direito à terra, eles imporiam uma taxa de 100% sobre a renda anual da terra – o retorno anual do espaço – que significa exatamente a mesma coisa que nacionalizar a terra. Leia mais deste post

%d blogueiros gostam disto: