O Fracasso da Primeira Conferência Internacional de Planejamento Urbano


O Fracasso da Primeira Conferência Internacional de Planejamento Urbano

 Em 26 de Março de 2013, por DavidNova York e a lama

Entre os dias 13 e 22 de junho de 2012 foi realizada no Rio de Janeiro a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, popularmente chamada de Rio + 20, em referência à Eco92. Reunidos durante 10 dias, cientistas, ongs e políticos buscaram alcançar uma agenda comum de desenvolvimento entre as nações para os próximos anos visando a redução do impacto ambiental produzido pelo homem. O assunto foi explorado à exaustão e muito bem utilizado por políticos e cientistas para fortalecer a sua causa: a intervenção na sociedade com medidas (im)positivas contra os danos produzidos pelo homem no planeta.

A Rio + 20 chama a atenção pela semelhança de eventos recorrentes e demonstra a falta de originalidade com relação aos cenários apocalípticos que surgirão caso a sociedade não siga seus ditames. Esse planejamento econômico para um desenvolvimento sustentável, discutido na Conferência, é muito semelhante à história do planejamento urbano e de suas conferências. Por isso, vale a pena conhecer a história do primeiro evento que reuniu planejadores e sua preocupação ambiental com relação às cidades. Leia mais deste post

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Como as regras de zoneamento funcionariam em uma sociedade livre


Como as regras de zoneamento funcionariam em uma sociedade livre

Em 19 de Março de 2013, por Ben O’Neil

É bem sabido que a filosofia política libertária é antagônica a regras coercitivas impostas que limitam a liberdade das pessoas de utilizarem seu direito de propriedade como elas quiserem. De fato, a própria essência do libertarianismo é baseada no princípio da não-agressão que condena a iniciativa de força contra as pessoas e suas propriedades. Como resultado, libertários têm sido críticos da legislação de zoneamento, que restringe as possibilidades dos proprietários no desenvolvimento de suas propriedades ou no uso delas como eles desejam [1].

Por causa dessa antipatia pelas leis de zoneamento, alguns críticos do libertarianismo temem que uma sociedade libertária deixaria as pessoas incapazes de exercerem qualquer controle sobre sua vizinhança e a preservação das condições de seu entorno próximo. Eles se preocupam com as decisões das propriedades circunvizinhas que poderiam mudar as condições da vizinhança em detrimento do valor de suas propriedades ou estilos de vida preferidos. Por exemplo, alguns podem se preocupar que o parque local será destinado a um complexo de apartamentos deixando-os sem um lugar para levarem as crianças brincar. Outros se preocupam com que seus vizinhos construam grandes edificações que obstruam a luz solar de seus quintais. Não importa suas preocupações específicas, muitas pessoas dividem a visão de que o zoneamento é necessário para prevenir a vizinhança de se tornar um espaço depredado e ocupado por péssimas edificações e usos. Leia mais deste post

A Psicologia Evolutiva e o Viés Antimercado


A Psicologia Evolutiva e o Viés Antimercado

Em 05 de Março de 2013, por Toban Wiebe. Publicado originalmente no Mises Daily, 5/9/2010

 O analfabetismo econômico existe em todos os lugares, mas por que isso deveria ser algum problema? A ignorância é até mesmo mais perversa na microeletrônica e na programação de computadores e mesmo assim a tecnologia eletrônica é cada vez mais excepcional.

Em muitos campos de estudo, as pessoas deixam a ciência aos especialistas e confiam na correção de suas conclusões. Nem tanto para a economia: ao contrario de deixarem a matéria aos economistas, as pessoas mantêm fortes posições que são muitas vezes obviamente falsas. A ignorância econômica, por si mesma, não é um problema. Como Murray Rothbard coloca,

…não é crime algum ser ignorante em economia, que é, antes de tudo, uma disciplina especializada e algo que muitas pessoas consideram como sendo uma “ciência triste”. Contudo, é totalmente irresponsável dirigir uma opinião raivosa e aguda sobre questões econômicas enquanto estiver nesse estado de ignorância.

 Se as pessoas confiassem na economia como ciência, sua ignorância econômica seria menos maléfica que a ignorância que temos com respeito à maioria dos outros assuntos. Leia mais deste post

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